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Direito previdenciário · Planejamento e Diagnóstico

O INSS concede a aposentadoria que você pede. Nem sempre é a melhor que você poderia ter.

Muita gente se aposenta com menos do que teria direito, às vezes com pouco mais do que um salário mínimo, e só descobre quando o valor já está fixado para o resto da vida. Comece por uma conversa inicial: a advogada entende o seu caso e mostra se vale a pena aprofundar, antes de você dar entrada.

Kohl Advogados Associados ·
Responsável: Carolina Budke · OAB/MS 27.293-B

Carolina Budke, advogada responsável pela área de Direito Previdenciário do Kohl Advogados

Ponto de partida

Em qual momento você está?

Escolha a frase que mais combina com a sua situação. Cada caminho leva a uma conversa no WhatsApp.

Ainda vou me aposentar

“Quero planejar para não receber menos do que tenho direito.”

Falar no WhatsApp

Estou prestes a dar entrada

“Quero encontrar a melhor regra e o melhor momento.”

Falar no WhatsApp

Tenho tempos difíceis de provar

“Trabalho rural, militar, aluno-aprendiz, especial ou muitos vínculos.”

Falar no WhatsApp

Sou autônomo, MEI ou empresário

“Quero contribuir do jeito certo e no valor certo.”

Falar no WhatsApp

Pontos pouco conhecidos

O que quase ninguém sabe antes de se aposentar

Contribuir mais nem sempre compensa

Aumentar o recolhimento perto de aposentar pode ou não ter retorno. Isso se calcula, não se adivinha.

Seu CNIS pode conter inconsistências

Vínculos que somem e salários a menor podem afetar a RMI. Identificar isso antes do pedido pode mudar o valor final.

Existem períodos “esquecidos” que contam

Serviço militar, aluno-aprendiz e tempo rural podem ser averbados e antecipar ou aumentar o benefício.

Alguns meses fazem diferença

A data de entrada do pedido (DER) influencia o coeficiente. Esperar, ou não esperar, pode valer muito.

A regra mais rápida pode não ser a melhor

Entre pedágio, pontos e idade progressiva, a que libera antes costuma pagar menos.

Quando fazer

Planejamento x diagnóstico: qual é o seu momento

Quanto antes, melhor — mas nunca é tarde para começar. O ideal é planejar de 5 a 10 anos antes da aposentadoria, período que permite identificar erros a tempo, organizar a documentação e otimizar as contribuições futuras.

Está muito perto de se aposentar?

Quando falta pouco tempo, já não há espaço para uma estratégia de contribuição de longo prazo. O que mais importa é não dar entrada com erros — por isso, o melhor primeiro passo costuma ser o Diagnóstico Previdenciário: ele audita o CNIS, identifica pendências e períodos que faltam e apura o seu tempo e a RMI atual.

Ainda tem tempo e dúvida sobre a regra?

Se ainda houver dúvida real sobre qual regra escolher, o planejamento resolve essa comparação. Mas o diagnóstico é o que não pode faltar antes de qualquer requerimento junto ao INSS.

  • Evitar indeferimentos do INSS
  • Identificar informações erradas no CNIS antes do pedido
  • Confirmar o seu tempo e o valor estimado antes de dar entrada
  • Evitar prejuízos irreversíveis no valor do benefício

O que está em jogo

Uma diferença pequena por mês pode se multiplicar por décadas

Cada caso exige cálculo individual, mas a lógica é simples. Entre a pior e a melhor regra aplicável a uma mesma pessoa, a diferença na Renda Mensal Inicial pode chegar a dezenas de pontos percentuais. Como a aposentadoria é recebida por muitos anos, uma diferença aparentemente pequena no valor mensal se multiplica ao longo de duas ou três décadas.

Escolher com informação, uma única vez, antes de dar entrada, é o que separa uma decisão bem avaliada de uma escolha que se torna irreversível sem essa análise.

Como funciona

Do primeiro contato à execução opcional

  1. 01

    Conversa inicial

    Por WhatsApp ou videochamada, para entender a sua situação.

  2. 02

    Coleta de documentos

    Acesso ao CNIS mediante procuração, com orientação sobre cada item.

  3. 03

    Auditoria e cálculos

    Identificação de erros e pendências, liquidação do tempo e apuração da RMI.

  4. 04

    Entrega do diagnóstico ou planejamento

    Com a recomendação de regra e momento, e orientação de como corrigir.

  5. 05

    Execução opcional

    Correções, averbações e requerimento do benefício, contratados à parte.

Segurança dos seus dados: o acesso ao seu histórico é feito por meios oficiais e mediante procuração, dentro do sigilo profissional. Nunca compartilhe a sua senha do gov.br em conversas informais. A comunicação sobre o seu caso é feita sempre pelo mesmo canal, e nenhum pagamento é solicitado para “liberar” benefício ou restituição.

Carolina Budke, advogada responsável pela área de Direito Previdenciário do Kohl Advogados

Quem conduz o seu caso

Carolina Budke

Advogada, sócia do Kohl Advogados Associados, em Campo Grande/MS, e gestora da carteira de Direito Previdenciário.

  • Bacharela em Direito pela Universidade Católica de Brasília (UCB).
  • Especialista em Direito Tributário pelo Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP).
  • Especialista em Direito Previdenciário pela Escola Brasileira de Direito (EBRADI).
  • Atuação em Direito Público, com ênfase em Direito Previdenciário, Direito Administrativo e Processo Civil.

O atendimento é conduzido pessoalmente, do primeiro contato à entrega dos resultados, com explicações detalhadas em cada etapa.

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

A conversa inicial já é o planejamento?

Não. É uma conversa inicial para entender o seu caso e indicar o próximo passo. A análise completa acontece no diagnóstico e no planejamento.

Vocês corrigem os erros que encontram?

Identificamos e orientamos todas as medidas necessárias no diagnóstico ou planejamento. A execução dessas medidas, como correção do CNIS, averbação de períodos e requerimento do benefício, pode ser contratada separadamente caso você queira que nossa equipe conduza todo o processo.

Quanto custa o planejamento?

O investimento varia conforme a complexidade e as particularidades de cada caso. Por isso, o valor dos honorários é informado individualmente após a análise inicial, sempre observando os parâmetros da tabela da OAB.

Eu já posso me aposentar. Por que fazer planejamento?

Porque poder se aposentar não é o mesmo que se aposentar bem. Depois da Reforma, várias regras convivem, cada uma com valor e data diferentes. O planejamento compara as regras disponíveis para você decidir com mais informação, antes de a escolha se tornar definitiva.

O INSS não faz isso por mim de graça?

Nem sempre. O INSS concede o benefício com base no que você pede e no que está no CNIS, mas não tem como função auditar erros a seu favor nem comparar regras para indicar o resultado mais vantajoso para você.

Vou pagar mesmo sem garantia de aumentar o benefício?

O diagnóstico e o planejamento são serviços técnicos de análise, não uma promessa de aumento. Muitas vezes o maior valor está em evitar um erro caro; outras, em confirmar que você já está na melhor rota. De todo modo, você decide com informação.

Como vocês acessam o meu CNIS? É seguro?

O acesso é feito por meios oficiais e mediante procuração, dentro do sigilo profissional. Você não precisa entregar senhas em conversas informais.

Preciso sair de casa?

Na maior parte dos casos, não. Documentos, contrato e procuração são tratados eletronicamente, e o atendimento é digital em todo o Brasil.

Quanto tempo leva?

O diagnóstico e o planejamento têm prazo de entrega definido na contratação. Havendo requerimento junto ao INSS, os prazos dependem do órgão e são explicados com transparência antes de qualquer contratação.

Próximo passo

Uma decisão que vale por décadas merece ser tomada com informação

Se você contribui para a Previdência e pensa em se aposentar nos próximos anos, o primeiro passo é simples: uma conversa inicial para entender o seu caso e indicar o que faz sentido para você.